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Água potável chega à comuna de Salamba

Cerca de mil habitantes da comuna de Salamba, no município da Nharêa, província do Bié, beneficiam, desde o passado fim-de-semana, de água potável, na sequência da instalação de um Sistema de Captação e Distribuição de Água, no âmbito do Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza (PIDLCP).

O Sistema de Captação, inaugurado pelo administrador municipal da Nharêa, Neves Chissonde, tem capacidade para produzir 70 metros cúbicos de água por hora. O projecto contempla, ainda, uma rede adutora com cerca de 800 metros de extensão e um reservatório com capacidade para armazenar 15 metros cúbicos de água.

A infra-estrutura permitiu, igualmente, a instalação de várias torneiras comunitárias em pontos estratégicos da aldeia, bem como 24 ligações domiciliares melhorando, assim, significativamente, o acesso ao precioso líquido.

Na ocasião, o administrador municipal da Nharêa destacou que o fornecimento de água potável às populações constitui um pressuposto fundamental para a melhoria do bem-estar social dos cidadãos.

“A população vai deixar de caminhar longas distâncias com baldes e bidões à cabeça, em busca de água potável”, afirmou.

Neves Chissonde sublinhou ainda que a problemática do acesso à água continua a ser uma das prioridades das autoridades locais, razão pela qual, estão em curso acções voltadas à construção de mais sistemas de abastecimento de água potável noutras localidades do município.

Os habitantes da aldeia manifestaram satisfação com a nova infra-estrutura. A cidadã Maria Chpembe, residente na Salamba, afirmou que o sistema veio aliviar o sofrimento das famílias. “Antes percorríamos longas distâncias para encontrar água e, muitas vezes, não era imprópria para o consumo. Agora, temos água perto de casa e com melhor qualidade”, disse.

Outro morador satisfeito é o Joaquim Alfredo, que considerou a iniciativa um ganho para a saúde da comunidade. “Com água potável vamos reduzir doenças e cuidar melhor das nossas crianças e melhorar a higiene das nossas casa. É um grande benefício para todos nós”, frisou.

Segundo Joaquim Alfredo, antes, os municípes percorriam longas distâncias até ao rio mais próximo para levar água em casa, mas hoje, tudo está mais fácil.

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