NACIONALPOLÍTICA

Objectivo Presidência em 2027: Chivukuvuku e mais seis do PRA-JA abandonam a UNITA/FPU e suspendem mandatos de deputados para dar atenção ao PRA-JA

O coordenador geral do partido político PRA-JA Servir Angola, Abel Epalanga Chivukuvuku, que quer ser Presidente da República em 2027, e outros seis membros desta nova força política, que em 2022 foram eleitos deputados à Assembleia Nacional na lista do maior partido da oposição, a UNITA, suspenderam esta quarta-feira, 15, os seus mandatos de deputados, estando assim livres para dar seguimento aos objectivos particulares do PRA-JA.

Segundo uma nota enviada às redacções, a decisão foi tomada por força da legislação vigente no País, que proíbe que um deputado eleito numa lista se filie num partido diferente daquele que o elegeu.

O facto é que não é surpresa está medida, já que Chivukuvuku em finais de 2024 havia alertado que “quem fosse ocupar cargos no PRÁ-JÁ teria que abandonar o lugar no parlamento”.

Sendo assim, sete deputados da bancada parlamentar da UNITA, vinculados ao PRA-JA, procederam, na manhã desta quarta-feira, à entrega do pedido de suspensão de mandatos.

Para além de Abel Epalanga Chivukuvuku, suspendem igualmente os seus mandatos os deputados Xavier Jaime Manuel, Isaías Daniel Sambangala, Américo Chivukuvuku, Florêncio Kanjamba, Carlos Lucas e João Dias..

Está “jogada” de Chivukuvuku coloca-o fora da FPU no parlamento, já que a FPU era encabeçada por Adalberto Costa Júnior, Abel Chivukuvuku, Filomeno Vieira Lopes e Francisco Viana que tinham como fim chegar à presidência da República de Angola nas eleições de 2022, mas acharam por conseguir apenas acentos parlamentares.

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