EDUCAÇÃONACIONAL

Aposta na Educação: Inaugurada nova escola no Ecunha no âmbito do PIIM

A aldeia do Candingo, município da Ecunha, província do Huambo, ganhou, quarta-feira, uma escola de sete salas de aula, construída no quadro do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) e vai acolher mais de 630 alunos.

Inaugurada pelo governador provincial do Huambo, Pereira Alfredo, a instituição escolar está orçada em mais de 85 milhões de kwanzas e vai melhorar as condições de acomodação dos alunos daquela região.

Na ocasião, o governador Pereira Alfredo apelou à população do sector de Candingo, para a preservação da infra-estrutura colocada à disposição da população, tendo assegurado que o Governo vai continuar a trabalhar para resolver os problemas que afligem os habitantes da Ecunha.

O Governo Provincial, disse, tem estado a gizar políticas para melhorar os sectores da Educação, Saúde e a expansão dos serviços de energia e água potável de modo a atingir os objectivos gizados no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) e do Programa Integrado de Desenvolvimento Local e de Combate à Pobreza (PIDLCP).

Pereira Alfredo solicitou maior intervenção das autoridades tradicionais e religiosas, na sensibilização dos pais e encarregados de educação, a matricularem as crianças, para que tenham acesso à educação.

Benguela

Setecentas crianças, que se encontravam fora do sistema do ensino, no bairro 28, município do Lobito, província de Benguela, vão frequentar as aulas no presente ano lectivo, com a entrada em funcionamento de uma escola de 10 salas de aula, construída pela Igreja Católica.

A instituição comporta, ainda, três gabinetes, área administrativa, sala dos professores, secretaria, biblioteca, sala de reuniões, entre outros cômodos.

O padre da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, Geraldo Kalemesa, disse que a infra-estrutura vai ajudar a enquadrar no ensino primário e primeiro ciclo mais crianças no sistema de ensino. “O número insuficiente de escolas, reconheceu, constitui uma preocupação de todos angolanos e as Igrejas como parceiras do Estado não devem ficar alheia a esta situação”, disse o pároco.

Fonte: Jornal de Angola Online

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